No dia 14 de setembro realizamos um Estudo do Meio à Vila de Paranapiacaba. O objetivo desse blog é compartilhar o aprendizado e convidar a todos para conhecer esse lugar tão único!
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Lendas Urbanas de Paranapiacaba
As Lendas Urbanas de Paranapiacaba: A Crença Popular
Gustavo Giopato
Guilherme Ciotto
Marcello Alexandre
Muitos são aqueles que já ouviram uma lenda urbana em suas vidas, desde a estória da loura do banheiro até as assombrosas aparições da Maria Sangue. As lendas se tornam um mistério quando algumas ou mais pessoas passam a acreditar que todos esses contos são parcialmente ou inteiramente reais. É assim que chegamos ao encontro de duas pessoas completamente diferentes entre si, porém, com uma mesma convicção: as lendas urbanas de Paranapiacaba são reais e fantasmas certamente existem.
O primeiro sujeito, crente em acontecimentos exóticos e/ou paranormais, era uma senhora, já de idade avançada, que usava roupas simples e características de sua idade. Com uma feição alegre e até mesmo assustadora, Dona Francisca possuía um negócio próprio de artesanato e, notavelmente, um de seus passatempos era se encostar na sua humilde varanda, apenas observando o pequeno movimento de pessoas que desaparecia ao se chocar nas nuvens de neblina. Francisca narrava a vinda dos ingleses à Paranapiacaba pelas ferrovias, maior e melhor meio de transporte da época, como se tivesse acontecido a uma semana atrás daquele dia. Ela não só contava, mas também acreditava que fazia-se pouco tempo que havia ido a um baile para comemorar a chegada dos ingleses.
“Charutos cubanos, perfumes franceses, vestidos abençoados com babados. A ferrovia trouxe os ingleses, que traziam coisas que, nós, aqui do Brasil, não tínhamos. Fomos todos comemorar no Clube do Lira Serrano, dançar a valsa e o belo tango. E que mulher brasileira não curtia uma ''sacanagem''? O jeito era ''furnicar'' no ''furnicular''. E vocês pensavam que mulher brasileira era namoradeira de homem inglês? Eu tinha é que furnicar com o Zé Mané, o bêbado que dizia que só bebia café”. Foram estas as palavras de Dona Francisca, que acreditava que seus momentos com Zé Mané no baile inglês teria ocorrido a apenas uma semana. A senhora também citou inúmeras vezes o aparecimento do fantasma do guarda de Paranapiacaba, que teria sido assassinado. Dizia-se que, todas as noites, ele checava a segurança dos moradores batendo três na primeira camada de madeira das paredes de todas casas. Caso o morador não as retribuísse, o guarda entraria na casa para checar se algo estava acontecendo. Após sua morte, muitas pessoas afirmam ter ouvido os três toques na parede de suas caras, fazendo com que eles retribuíssem as com medo de que o fantasma do guarda entrasse em suas casas, de acordo com Dona Francisca.
O outro sujeito era, certamente, o oposto de Dona Francisca. Usando camisa e um par de óculos, Marco Aurélio mais parecia um doutor. Apenas parecia. Marco era motorista da ambulância e tinha convicção de que havia experimentado do poder paranormal em uma noite tranquila, enquanto aguardava alguma emergência.
“Como o distrito de Paranapiacaba não tinha hospital, quem ficava doente teria de ir ao hospital de Santo André. Como moro em Paranapiacaba, levo as pessoas até o hospital e volto para minha casa. Muitas vezes, enquanto eu estou voltando em direção à Paranapiacaba, eu ouço pessoas gemendo do ladro de trás e as macas se mexendo, como se alguém que está preso a elas estaria tentando se soltar. Quando olho pelo retrovisor ou pelo pequeno visor que divide a parte da frente e a de trás da ambulância, não vejo ninguém, e as macas estão todas presas. Já pensei várias e várias vezes em trocar a ambulância, mas não acho que esses espíritos tenham a ver diretamente com o carro, mas sim com as mortes que aconteceram durante o percurso Paranapiacaba – Santo André”.
Marco contava-nos a estória de um modo peculiar: parecia mais um ato cotidiano do que uma tenebrosa lenda urbana, o que a tornava muito mais real. Não acreditamos em fantasmas, muito menos em atividades paranormais. Porém, muitas pessoas como Marco Aurélio e Dona Francisca acreditam friamente que seres que morreram possam vagar pela Terra e até mesmo aterrorizar os vivos. A convicção é tanta que chega a ser assustadora.
“A Noiva chegou...”
A
neblina em inglês é conhecida como “fog”. Em indígena como “Cumbica”. Para os
operários, de serração (por conta da serra). Por fim os mais velhos da cidade
de
Paranapiacaba
a conhecem como “Noiva”. A
história começa com um amor proibido entre a filha de um operário da ferrovia e o filho
do engenheiro-chefe, que era inglês. Sendo a moça católica e o rapaz
protestante, ele
contraria todas as tradições e aceita se casar com a moça, já marcando o
casamento.
Em
conjunto, todos os operários se unem e encomendam um vestido de noiva para a moça de
uma estilista famosa da cidade de São Paulo. O véu era tão longo que chegava a ficar
fora da porta da igreja.
O
casamento seria na parte alta da vila, que era portuguesa. O rapaz teria que se converter
ao catolicismo. Todos, até os britânicos, foram prestigiar o casal. De última hora o
pai do rapaz não o deixa ir até a igreja, prendendo-o na adega de sua casa
(dizem que seu
espírito permanece neste local até hoje).
A Noiva
não se casou. Como foi deixada no altar perdeu sua honra, o que faria não
poder se casar novamente. Isso a deixou louca. Uma noite ela colocou seu longo vestido
e saltou do alto da serra. Desde aquela noite, Paranapiacaba nunca foi a mesma.
A
neblina começou a assombrar os moradores da cidade, dizendo que ela seria o
espírito da
noiva que surge todos os dias para amedrontá-los, tirando-lhes o sol de cada
dia.
Há
também outro final para essa história. Sendo a neblina o espírito da Noiva, ela surge
todos os dias para encontrar seu amado. Este fato é curioso, pois a neblina
sempre faz o
mesmo caminho, surgindo dentre os morros da serra indo em direção a casa do engenheiro-chefe,
suposto local em que ele estaria (na adega).
Lucas Albano
Os Mutilados.
Na
ferrovia aconteciam muitos acidentes. A neblina sempre contribuía em tais acidentes,
já que ela dificultava a visão dos trabalhadores nos trilhos do trem. Com isso os
atropelamentos seguidos e mutilações eram freqüentes.
Dizem
que se andarmos nos trilhos, muitos já desativados, quando a neblina os domina
totalmente, conseguimos ver as imagens das pessoas sendo acidentadas nos respectivos
lugares em que isso realmente ocorreu. Ou seja, vemos todos os mutilados da
ferrovia, uma imagem que realmente choca.
Como
exemplo, em um dia do sete de setembro, um homem foi atropelado pelo trem,
sendo cortado ao meio na altura da cintura. Ele, impressionantemente, ficou
vivo durante
uma hora, tempo suficiente para chamar todos os seus familiares e ainda avisar onde
estava guardado todo o seu dinheiro que serviria como herança. Nesse dia é realizada
uma missa em homenagem a ele e todos os mutilados.
Lucas Albano
A lenda de João Ferreira.
Por a cidade de Paranapiacaba ser muito úmida, por
conta da constante neblina que a ronda, já que se situa em uma região serrana,
todas as portas e janelas das casas do local ficam fechadas durante todo o dia,
para não entrar umidade em seus interiores. Reza a lenda que um casal foi fazer
turismo na região e não encontrou ninguém nas ruas, apenas um senhor alto,
magro e branco, vestido de terno e chapéu, que dizia ser um guia turístico da
região. Seu nome era João Ferreira. Muito felizes, o casal foi acompanhado pelo
guia para a cidade inteira, e puderam sanar todas as dúvidas possíveis sobre o
município. Depois de o dia ter passado tranquilamente, os três voltam ao
cemitério, local de partida do passeio turístico, se despedem, e João Ferreira
some.
Em outra jornada para a região serrana, o casal
volta a Paranapiacaba, agora em um dia de sol, e resolve agradecer ao
acompanhante pelo dia proveitoso, anterior àquele. Como fazia sol, as casas
estavam abertas, porém, nenhum morador dali conhecia o tal João Ferreira. Sem
sucesso, a família voltou ao cemitério, para ver se o encontrava novamente,
entretanto, não obtiveram êxito novamente. Perplexos, foram até o coveiro que
trabalhava ali e perguntaram pelo homem que ninguém conhecia, e, por um
momento, encontraram uma resposta. Contudo, o João Ferreira que o trabalhador
conhecia, morrera há muitos anos, e ele os levou até a lápide do senhor para
verificar. Indignados, o casal reconheceu a foto presente no túmulo, e
afirmaram que o cadáver e o guia turístico que os acompanhara eram a mesma
pessoa...
Fabio B. Spanholeto
A lenda do balanço.
Há
muito tempo, na Vila Britânica de Paranapiacaba, uma família inglesa morava em
frente ao clube Serrano do distrito. Ao lado havia um pequeno parquinho, com
caixa de areia, gangorra, gira-gira e balanços...
Essa familia era composta da mãe,
filha e pai. Em um dia com muita neblina, a pequena menina ficou na janela de
casa por horas, observando o parquinho. A mãe estava tricotando, e o pai
trabalhava na ferrovia. A menina chegou até sua mãe e perguntou se poderia ir
ao parque brincar com seu amiguinho, pois ele estava acenando para ela. A mãe,
receosa, por conta da neblina, não deixou que a menina saísse de casa.
A menina, muito chateada, voltou à
janela. A mãe ignorou o fato de a filha passar horas na janela, e continuou
seus afazeres.
Entretanto, nos dias que se
sucederam, por volta de uma semana, a menina continuou pedindo à mãe para
brincar no parquinho com seu amigo. Até que a mãe, irritada com os vários
pedidos da menina, resolveu ir até à janela e tirar satisfações com o garoto.
Era um dia com neblina, no entanto,
não ventava, e a mulher procurava o amigo de sua filha, sem sucesso. Então, a
menina, com tranquilidade, apontou para o balanço, e ali não havia ninguém,
porém, o banco verde do parquinho balançava, como se uma pessoa estivesse lá...
Como se uma criança brincasse nele. A mãe ficou aterrorizada e, rapidamente,
retirou sua filha da janela. Depois de um tempo, a família mudou-se daquela
casa. Após aquele grupo inglês, nenhum outro voltou a morar na casa. Contudo,
diz a lenda que, em alguns dias sem vento, quem passar na frente do parque, ao
lado do Clube Serrano, pode avistar o balanço se movendo, um movimento que só
poderia ser feito se uma pessoa estivesse ali sentada.
Carlos Eduardo M. Magalhães
Flora
Paranapiacaba tem localização estratégica, em que sua origem indígena, significa “lugar de onde se avista o mar”. Foi construída para atender os trabalhadores da estrada de ferro São Paulo Railway (atual Santos-Jundiaí), esta se situa na região Sudeste do município de Santo André, entre o Planalto Paulista e a Serra do Mar (está a 60 km de São Paulo). Nesta cidade há uma forte presença britânica, sendo a única Vila ferroviária conservada desde sua fundação, reunindo um importante Patrimônio Histórico, Cultural e Natural.
Esta região é composta por Mata Atlântica, fazendo parte da Reserva da Biosfera. O “Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba” foi criado com o objetivo de preservar os recursos naturais da Mata Atlântica no entorno da Vila, com uma área de 4 milhões de m² pode-se encontrar exemplares da flora brasileira, além de espécies da fauna.
Nesta área, o adubo é feito pela própria mata, ou seja, ela se “alimenta” pelos restos de folhas caídos.
Altitude: entre 750 a 900m.
latitude 23º46’ 18” - 23º 47’ 05’’ S
Longitude 46º 20’ 24 ” – 46º 18’ 15’’ W
Clima e tempo: Tem um clima superúmido com umidade relativa de 80%, e a temperatura média de 15º C no inverno e 22º C no verão.
Por conta de seu clima superúmido, existe uma grande quantidade de briófitas (plantas rasteiras, devido elas serem avasculares).
Cambuci- fruta típica de Paranapiacaba
O nome “Cambuci” surgiu devido à aparência de vasos e potes utilizados pelos tupis e chamados de Kamu’si. Os frutos, de casca verde e fina, amadurecem entre os meses de janeiro e abril e é possível saber que estão maduros por se tornarem mais macios e a cor mais amarelada, além de caírem dos galhos. As bagas têm aproximadamente 6 cm de diâmetro, de polpa cremosa, suculenta e de poucas sementes, além de extremamente ácidos.
Este possui perfume e sabor característicos que o faz um popular aromatizante da cachaça desde o período colonial, uma de suas principais aplicações até hoje.
Euterpe edulis- Juçara (Palmeira)
De onde é tirado o palmito, tem grande potencial agroeconômico por causa da sua localização no estrato médio da floresta e por causa da grande quantidade de fauna nas proximidades.
(hoje esta em extinção por causa da exploração descontrolada).
Quando se corta uma parte do caule, a palmeira morre, mas são utilizados fibras para fabricação de vassouras, caibros e ripas para construções civis, folhas para cobertura temporária e forrageio. Os frutos maduros servem para fazer sucos e mingaus, exatamente como o Assaí.
Tibouchina pulchra - Manacá-da-Serra
São, em geral, conhecidas como Manacá-da-Serra, árvores de médio porte, atingindo cerca de 5 metros de altura. A observação de suas folhas, que apresentam nervuras longitudinais, deixa claríssima a sua identidade como tibouchina. Tem diversas espécies cada uma com suas características, meios e locais.
Alchornea triplinervia – Pau-óleo
É uma árvore usada para fins de medicina popular, sua madeira pode ser utilizada também na fabricação de caixões, tabuados em geral e na construção civil. Pode ser usada comocombustível. Não é usada em obras externas, devido à sua baixa durabilidade.
De folhagem perene ou semi-persistente, é uma árvore que chega a atingir cerca de 15 a 30 metros de altura, as suas flores podem atingir 20 cm de comprimento, Os frutos, de cor verde-escura, têm a forma de cápsulas arredondadas e carnosas que atingem cerca de 1 cm de comprimento. Possuem duas sementes castanhas de 3 a 6 mm de comprimento.
Sendo uma planta nativa do hemisfério sul, floresce em Outubro e Novembro e frutifica de Dezembro a Março.
Miconia cabussu - cabuçi
Floresce de agosto a setembro, e frutifica em outubro e novembro. É planta pioneira, perenifólia, heliófita e seletiva higrófila. Ocorre preferencialmente na floresta pluvial Atlântica de encosta, geralmente em formações secundárias. Na Mata Atlântica ocorre na Floresta Ombrófila Densa. A madeira é sensível, apodrece rápido quando é cortada, é usada para lenha, carvão e artesanato.
Bromélia
São quase exclusivamente originárias das Américas, principalmente das florestas tropicais, com apenas um gênero originário da costa da África Ocidental, no Golfo da Guiné.
São plantas pertencentes à família das Bromeliáceas, conhecidas também como gravatás ou ananás dependendo da planta ou do fruto, existem em torno de 4.000 espécies, cerca de 1.250 ocorrem no Brasil e podem viver no chão, na rocha ou nas árvores. Sendo encontradas nas restingas, no alto das montanhas, no cerrado e também na caatinga, onde cobre extensas áreas em meio a cactos e outras plantas.
São espécies xerófitas, ou seja, adaptadas para a vida em condições de seca, suportando também temperaturas extremas, tendo para isso cutículas ou ceras que revestem suas folhas que diminuem a perda de líquido para o meio. Além desse recurso, muitas delas, também armazenarem água da chuva em suas folhas. Este fato beneficia inúmeras espécies de animais, como, moscas, mosquitos, formigas, aranhas, lacraias, baratas, pererecas, rãs, lagartixas, cobras, que vivem em seu interior e outros animais como, beija-flores, pássaros, roedores, quatis, macacos que são atraídos, pelas flores, frutos e pela água da chuva retida na base de suas folhas.
O representante mais conhecido dessa família é sem dúvida o abacaxi. Assim é a bromélia, uma "planta hospedeira" típica da Mata Atlântica brasileira, um dos ecossistemas mais ricos do mundo. Ela é chamada assim porque nasce nos galhos das árvores. Em apenas uma árvore é possível encontrar 500 bromélias! As bromélias dão flores uma vez por ano e desabrocham no inverno. Suas pétalas estruturam-se como se fossem a parte espinhenta do abacaxi, em lâminas que se sobrepõem. São flores lindas e de aspecto selvagem, com cores como azul, vermelho, roxo, amarelo, alaranjado. Elas sobrevivem em ambientes com pouca luz, como o interior da Mata Atlântica.
Elas são indicadoras importantes da degradação do meio ambiente. A ocupação humana, os incêndios e a poluição dos carros, por exemplo, foram alguns dos fatores que fizeram com que algumas bromélias fossem extintas na cidade.
Areca – Bambu
A areca-bambu, ou palmeira de jardim (Dypsis lutescens), é uma palmeira, nome comum da família Arecaceae. Possuem troncos múltiplos, formados touceira, crescem rápido e pode chegar de 6 à 12 metros de altura. É muito utilizada para decoração de jardins ou interiores diversos. Sua origem é de Madagascar.
As folhas são grandes, verdes, recurvadas, as inflorescências são ramificadas, com numerosas e pequenas flores de cor branco-creme e perfumadas.
Em comparação com outras palmeiras, apresenta rápido crescimento. Apesar de ser uma palmeira tipicamente tropical, a areca-bambu fica mais verdejante à meia-sombra, com condições luminosas mais difusas. Tolera perfeitamente ambiente a sol pleno, porém as folhas adquirem uma tonalidade amarelada.
Samambaiaçu
Xacim (Dicjsonia sellowiana) é o feto arborescente, da família das dicksoniáceas, nativo da Mata Atlântica e América Central (especialmente dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, e Rio Grande do Sul). Devido à extração desenfreada do cáudice para uso no cultivo de outras plantas, a espécie está ameaçada de extinção e sua extração está proibida em todo o Brasil. Também é conhecido pelos nomes desamambaiaçi e sambaiaçu-imperial. O xaxim é uma planta do grupo das pteridófitas
Liana
Lianas, cipós e trepadeiras pertencem a um grupo de plantas germinam no solo, mantêm-se enraizadas no solo durante toda sua vida e necessitam de um suporte para manterem-se eretas e crescerem em direção à luz abundante disponível sobre o dossel das florestas. As trepadeiras podem ser herbáceas lenhosas. As lianas são trepadeiras lenhosas, sendo considerado um pleonasmo falar em "liana lenhosa”.
As trepadeiras herbáceas e lenhosas, as últimas também conhecidas como lianas e cipós, sobem utilizando outras plantas como apoio. Esta característica de não ter apoio próprio permite que o caule das trepadeiras seja estreito, flexível e capaz de fenomenais taxas de crescimento em altura e comprimento.
Referências:
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